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FDEM une-se à organização chinesa para impulsionar sector privado

A Federação de Desenvolvimento Empresarial de Moçambique (FDEM) anunciou hoje, 24 de Abril, o estabelecimento de entendimentos formais com a Aliança de Desenvolvimento Urbano da China (CUDA), com vista à viabilização de projectos estruturantes para o tecido empresarial nacional.

No âmbito desta cooperação, a FDEM revelou igualmente a abertura de escritórios de representação em Pequim e na província de Guangdong, medida que visa reforçar a presença institucional da federação no mercado chinês, facilitar a articulação com parceiros estratégicos e acelerar a implementação de iniciativas económicas conjuntas.

Este passo surge na sequência da recente missão empresarial à China, liderada pelopresidente da agremiação, Lineu Candieiro, que teve como objectivo primordial identificar oportunidades concretas de investimento, financiamento e cooperação económica entre os dois países.

A CUDA, instituição pública chinesa criada em 2015, dedica-se à promoção de modelos de desenvolvimento urbano sustentável, com especial enfoque em cidades inteligentes, clusters industriais e sistemas modernos de cadeia de abastecimento. Através da sua Comissão de Trabalho de Desenvolvimento Conjunto no Exterior, a organização tem impulsionado a Iniciativa “Cinturão e Rota”, promovendo o comércio internacional, a cooperação tecnológica e o fortalecimento das relações económicas, com particular incidência no continente africano.

Áreas de actuação prioritárias

No âmbito desta parceria, a FDEM e a instituição chinesa irão trabalhar conjuntamente na promoção de investimentos estratégicos e parcerias empresariais, na facilitação do comércio bilateral – incluindo modelos inovadores como a permuta internacional (barter) –, na mobilização de financiamento e apoio técnico para projectos estruturantes, na organização de fóruns empresariais e missões de intercâmbio, bem como na exploração de soluções modernas, designadamente plataformas de comércio e mecanismos financeiros digitais.

As áreas prioritárias de cooperação abrangem a agricultura, o turismo, o comércio, as infra-estruturas, a mineração e a saúde – sectores-chave para a dinamização da economia nacional, a geração de emprego e o aumento da competitividade do sector privado moçambicano.

A iniciativa pretende aprofundar as relações económicas entre Moçambique e a China, aproveitando as vantagens comparativas de cada país e promovendo uma cooperação mutuamente benéfica e orientada para resultados concretos.

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