A Fundação Apolinário Munguambe (FAM) reconheceu o trabalho desenvolvido por Samora Moisés Machel Jr. e Josina Machel, destacando o seu papel nas áreas de responsabilidade social, educação ambiental e defesa dos direitos humanos.
Numa carta de reconhecimento dirigida aos dois irmãos, o presidente da FAM, Apolinário Munguambe congratula Samora Machel Júnior e Josina Machel pelo papel que exercem à frente das Brigadas Samorianas de Intervenção Ambiental, considerando que a iniciativa dignifica o nome que carregam e traduz em acção concreta valores de responsabilidade social e consciência ambiental associados à família Machel.
O reconhecimento de Munguambe surge após a Fundação Samora Machel ter entregue certificados a 171 alunos da Escola Primária Completa Wiriyamu, na Cidade de Maputo, pela conclusão, com êxito, de uma formação em educação e cidadania ambiental.
Para o presidente da FAM, trata-se de uma iniciativa que merece ser saudada por contribuir para a formação de uma nova geração de moçambicanos mais conscientes, responsáveis e comprometidos com a preservação do ambiente.
“Mobilizar e certificar 171 crianças é um investimento concreto no futuro do país”, escreve Apolinário Munguambe, acrescentando que a iniciativa representa um gesto de promoção da cidadania e da consciência ambiental que poderão sustentar as futuras gerações.
O presidente da FAM considera o compromisso de envolver, desde cedo, as crianças moçambicanas na responsabilidade colectiva pela preservação do ambiente como protagonista activo da construção do futuro de Moçambique, razão pela qual valoriza o trabalho desenvolvido pela Fundação Samora Machel junto dos alunos.
Na sua avaliação, a iniciativa demonstra também como uma instituição dedicada à preservação do legado histórico do primeiro Presidente de Moçambique pode transformar a memória histórica em acção concreta.
Apolinário Munguambe considera que Samora Machel Júnior e Josina Ziyaya Machel assumiram a responsabilidade de transportar um nome profundamente ligado à história de Moçambique.
“Carregar a história de uma nação inteira é destino reservado a poucos”, escreve, defendendo que Samora Machel Júnior e Josina Machel têm transformado aquilo que poderia ser apenas memória num “compromisso vivo com o presente e o futuro de Moçambique”.
Na missiva, Apolinário Munguambe dirige um reconhecimento especial a Samora Moisés Machel Júnior, conhecido carinhosamente como Samito, recordando que Samito recebeu ainda criança o próprio nome do pai, num gesto que, segundo a carta, representava confiança e continuidade.
Josina destacada pelos direitos humanos
A carta de reconhecimento contempla igualmente Josina Ziyaya Machel, cujo percurso é associado à defesa dos direitos humanos e à promoção da dignidade e igualdade humana.
Munguambe destaca o que considera ser a sua participação activa, paixão e determinação nessas áreas, afirmando que Josina tem construído um lugar de destaque na defesa desses valores.
A referência à trajectória de Josina integra a avaliação do papel dos dois irmãos enquanto representantes de uma geração que mantém uma ligação directa com a história da luta de libertação e com os desafios do presente.




