Os Combatentes da Luta de Libertação Nacional saudaram a realização da décima primeira Conferência Nacional de Quadros da Frelimo e destacaram o papel do Presidente do partido e da República, Daniel Chapo, no que consideram ser o regresso à tradição de auscultação das bases e de reflexão sobre a vida interna da organização.
A posição foi expressa durante a abertura da conferência, que decorre na cidade de Chimoio, capital da província de Manica, onde os combatentes defenderam que o encontro constitui uma oportunidade para a Frelimo avaliar o seu desempenho político, social e histórico, bem como a sua ligação com o povo moçambicano.
Os Combatentes consideraram a conferência uma “paragem obrigatória” de um partido que se assume como organização de massas e que, segundo afirmam, tem como responsabilidade defender os interesses do povo moçambicano.
A auscultação das bases surge como um dos principais pontos destacados pelos combatentes, a conferência deve permitir uma reflexão sobre a vida dos militantes e contribuir para o “maior enraizamento e extensão” da Frelimo junto das bases populares.
“Esta paragem visa a reconquista da tradição da Frelimo de auscultar as bases para garantir uma maior existência como o Partido do povo”, destacaram e reconheceram igualmente, “… ao Camarada Daniel Francisco Chapo […] por ter garantido e permitido o regresso da tradição e a prática da Frelimo de reunir os seus quadros e abrir espaço para análise da vida do Partido, dos seus membros e o papel da Frelimo diante do seu povo”.
O reconhecimento estendeu-se à Comissão Política e ao Comité Central, que, de acordo com os combatentes, conduziram o processo de consultas e debates que antecederam a conferência nacional.
Para os combatentes, a conclusão deste processo representa uma “missão cumprida” e deve servir para fortalecer a unidade interna da organização.
“Parabéns à Direcção do nosso glorioso Partido Frelimo, pois sairemos daqui mais unidos que nunca para enfrentarmos os desafios que nos esperam”, declararam.
Ao congratularem-se com a realização da conferência, os veteranos defenderam que o exercício de reflexão interna deve resultar num partido mais coeso e preparado para responder aos desafios do país.




