O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, defende uma maior integração das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) nacionais nos grandes projectos de investimento em curso no País, como forma de impulsionar a diversificação da economia e garantir que uma parte significativa dos benefícios desses investimentos permaneça em Moçambique.
A posição foi expressa esta segunda-feira (31), em Marracuene, durante a abertura da 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM), onde o Chefe do Estado destacou o papel das empresas nacionais na transformação da estrutura económica do país.
Segundo Chapo, as MPME devem ser preparadas para crescer, exportar e integrar cadeias de fornecimento nacionais e internacionais, tornando-se fornecedoras competitivas dos grandes projectos de investimento.
“Queremos que cresçam, que exportem, que se integrem nas cadeias de fornecimento nacionais e internacionais e que se tornem fornecedoras competitivas dos grandes investimentos que estão a transformar Moçambique neste momento”, afirmou.
Para o Presidente, a força de uma economia não deve ser medida apenas pela capacidade de atrair grandes investimentos, mas também pela quantidade de empresas nacionais que conseguem expandir-se, pelos empregos que geram e pelo valor acrescentado que permanece no País.
Chapo apontou a aprovação da Lei de Minas, da Lei de Petróleos, da Lei de Conteúdo Local e a criação do Banco de Desenvolvimento de Moçambique como algumas das medidas destinadas a criar bases para uma nova estrutura económica, capaz de tirar maior proveito dos investimentos realizados no País.




