Francisco Inaque assumiu as funções de cônsul honorário da República das Filipinas em Moçambique, na sequência da inauguração oficial do escritório consular do país asiático, realizada a 23 de Outubro, em Maputo. A iniciativa visa reforçar as relações diplomáticas e comerciais entre os dois países, com enfoque na promoção do investimento, do turismo e da cooperação empresarial.
A cerimónia incluiu a inauguração das instalações consulares e uma recepção no Hotel Polana, que reuniu representantes dos Governos de Moçambique e das Filipinas, diplomatas, empresários e membros da comunidade filipina residente no País.
Durante a sua intervenção, Francisco Inaque, empresário ligado aos sectores do turismo e da restauração, assumiu o compromisso de orientar a sua actividade consular para a diplomacia económica e a criação de parcerias estratégicas entre os dois países.
“É uma grande responsabilidade ser um elo entre os dois países. Assumo a missão confiada de fazer da diplomacia uma ponte para o investimento, da cooperação uma oportunidade de desenvolvimento e da amizade entre Moçambique e as Filipinas uma parceria de benefícios concretos para os dois povos”, afirmou.
Entre as prioridades da sua actuação, o cônsul honorário apontou a promoção do investimento, o turismo, a agro-indústria, as pescas, a formação técnico-profissional, a saúde e a prestação de serviços.
Por sua vez, a representante do Governo das Filipinas, Ana Angela Cabillan, destacou a importância da nomeação para fortalecer a cooperação bilateral, facilitar o diálogo entre os sectores empresariais dos dois países e assegurar assistência consular à comunidade filipina residente em Moçambique.
Em representação do Governo moçambicano, Ananias Sigaúque, chefe do Departamento para a Ásia e Oceânia no Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, felicitou Francisco Inaque pela nomeação e manifestou a disponibilidade das autoridades nacionais para aprofundar as relações bilaterais.
O responsável destacou ainda as oportunidades de cooperação em áreas como a economia azul, a agricultura e o turismo, consideradas relevantes para a criação de parcerias de benefício mútuo.




